'Se' impersonal

Jordanec

New Member
English - British
Hola,
En español se dice muchas frases con el 'se' impersonal (como se dice?, se habla español en Cuba, se hace así, se supone que... etc.). Ya sé que se puede hacer esto también en portugués, pero he leído que no es normal en la lengua colloquial. Entonces mi pregunta es, como se dice esto de una forma mas colloquial? Con voce como en ingles?
Gracias
Obrigado
 
  • Vanda

    Moderesa de Beagá
    Português/ Brasil
    Bienvenido, Jordanec! :)

    Coloquialmente falamos e escrevemos: Aqui se fala espanhol/inglês, etc..
    Uma pessoa diz: falo espanhol/inglês, etc.
     

    Jordanec

    New Member
    English - British
    Ok, obrigado.
    É que em um livro li que essa forma e um pouco formal e não é comum em a lingua falado?
     

    mexerica feliz

    Senior Member
    português nordestino
    Mais formal > menos formal:

    Aqui se vende de tudo. > Aqui vende de tudo.
    Como se diz isso em inglês? > Como diz/fala isso em inglês?
    Casou-se há dois anos. > Casou há dois anos.
    Encontrei-me com ela. > Eu encontrei com ela.
    Sentei-me à janela. > Eu sentei na janela.
    Nós nos mudaremos
    para outra casa. > A gente vai mudar para outra casa.
    Quebrou-se. > Quebrou.
    Furou-se. > Furou.


    Diferenças regionais:
    Eu me vacinei em janeiro. >Eu vacinei em janeiro (Minas Gerais).
    Ri-me (Portugal) > Eu ri.
     
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    didi2009

    Senior Member
    A partícula "se" tem várias funções, mas quanto à impessoalidade, ou seja, para indeterminar o sujeito, o uso é igual nas duas línguas: espanhol e português. Muda apenas a colocação na frase, porque em português não se inicia frase ou oração pelo pronome oblíquo.

    Come-se bem neste local. = Se come bien en este sitio.
    Fala-se muito da educação, mas pouco se faz. = Se habla mucho de eduación, pero poce se hace.
    Nesta cidade, vive-se bem. = En esta ciudad, se vive bien.
     

    pkogan

    Senior Member
    español
    Como você traduziria?
    Ela menciona que, se é realizada uma aposta nas pessoas, mais objetivos irão ser conseguidos.

    O alvo da minha dúvida está vinculado com o fato de - até onde eu sei - o "se impessoal" não apresentar, no português brasileiro, um uso tão frequente quanto no espanhol. Por causa disso, eu estou procurando outras construções que não incluam o "se" e que sejam, quem sabe, mais frequentes.
     
    Last edited:

    jazyk

    Senior Member
    Brazílie, portugalština
    Acho a sua frase com duas passivas muito pesada. Prefiro a do Carfer.
     

    gato radioso

    Senior Member
    spanish-spain
    A ver si esta que traigo no os parece demasiado sacrílega: :)

    ELLA MENCIONA QUE SI SE APUESTA EN LAS PERSONAS, SE CONSIGUEN MÁS OBJETIVOS.
    Ela refere que se apostar nas pessoas, conseguem-se mais objectivos.
     
    Last edited:

    Carfer

    Senior Member
    Portuguese - Portugal
    A ver si esta que traigo no os parece demasiado sacrílega: :)

    ELLA MENCIONA QUE SI SE APUESTA EN LAS PERSONAS, SE CONSIGUEN MÁS OBJETIVOS.
    Ela refer que se apostar nas pessoas, conseguem-se mais objectivos.
    Ok, mas falta o 'se' impessoal de que trata o fio. O que aí está é condicional. Portanto, deverá ser 'se se apostar'. E é 'refere'.
     

    gato radioso

    Senior Member
    spanish-spain
    Ok, mas falta o 'se' impessoal de que trata o fio. O que aí está é condicional. Portanto, deverá ser 'se se apostar'. E é 'refere'.

    É engraçado...:), calcula que estive a pensar se era melhor pôr o "se" ou não... e finalmente não o fiz simplesmente por cacofonia. Talvez para os nativos seja diferente, mas julguei que a frase soava um bocadinho repetitiva, como se estivesse a falar um menino de seis anos.
     
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    Alecm

    Member
    Português - Brasil
    O "se se" pode parecer estranho para um não nativo, mas não é considerado cacofonia.
     

    gato radioso

    Senior Member
    spanish-spain
    O "se se" pode parecer estranho para um não nativo, mas não é considerado cacofonia.
    Si, después de leer a Carfer lo pensé.
    Es una de esas nuances que los no nativos nunca conseguimos dominar. A veces caemos en el defecto de la ultracorreccion cuando pensamos, erradamente, que algo "suena mal" y nada más lejos de la realidad.
     
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